Tempos de Mudança

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Nossa faz muito tempo que não ando por aqui. Vendo alguns comentários de carinho me deu aquele nó na garganta. Parei de escrever aqui por que estava num momento meio assim, sei lá, as categorias do blog não me completavam mais e voltar aos 16 parece bem pretensioso para a Silmara de 21 anos. Quando criei os 16 haviam vários motivos pelos quais eu queria voltar a essa idade e fazer tudo de novo (nenhum deles era  extremamente ruim, que fique claro) eu achava que não havia caminhado da maneira correta, mas há dois anos perdi meu pai e repensei milhões de coisas sobre quem eu sou, o que quero entre outras coisas e estudei bastante outros milhões.

Ainda prefiro cachorros, gosto de moda e música é quase como o ar que eu respiro. Ainda me emociono com qualquer coisa e agora cada vez mais sinto vontade de espalhar notícias boas pelo mundo, mas algo mudou e se vocês ainda estiverem aí do outro lado posso passar pouco a pouco as coisas que estou aprendendo agora e quem sabe juntos nós não possamos mudar o mundo (pelo menos ao nosso redor!) e ter 16 Outra Vez de alma e coração para que com a pureza e disposição dessa idade a gente consiga realizar nossos sonhos.

Então até qualquer hora sem grandes pretensões 🙂

Entre Aspas

sozinha

Acordar de manhã, abrir os olhos e perceber que, durante a noite, você atravessou a cama de norte a sul, derrubando todos os travesseiros e pensar: “bah, esse é o lugar mais gostoso do mundo agora.”

Hesitar em sair dos abraços do edredom  respirando fundo, porém leve, e levantar de uma vez só. Isso porque você simplesmente não se aguenta de ansiedade pro dia começar.

Cruzar olhares com o espelho, descer os olhos até os pés como quem procura uma novidade, e dar um sorriso de canto. Sair rumo ao banho se espreguiçando e encontrar a primeira dúvida do dia: “que música eu ponho pra tocar agora?”. Ser livre pra escolher sem culpas entre Beyoncé, M83 ou Yann Tiersen, mas, no fim, optar pelo silêncio pra cantarolar sozinha Tibério Azul. É verão e eu quero mais é desafinar sobre as lindezas da vida enquanto vejo o dia azul nascer lá fora.

Dar-se o tempo necessário pra sair satisfeita pro mundo, passar mil cremes ou não passar nenhum. Não se preocupar se a calcinha de hoje é de renda ou de algodão, fio dental ou boneca. Cogitar uma mudança de planos e colocar o estojo de maquiagem inteiro na bolsa porque… vai que quero sair pra tomar um drink no fim da noite?

Pisar na rua sabendo que as possibilidades daquele dia são infinitas e que é você quem orquestra a banda. Chegar no trabalho e se sentir um peixe fora d’água. Mergulhar naquele aquário de apatia cubicular, algo tão distante do seu grand canyon imaginário com uma Go Pro na testa. Rir disso.

Escutar as conversar, flertar de leve, receber ligações com convites tentadores e deixar a decisão pra depois. Pra que a pressa? Aceitar todos os planos dos amigos para o fim de semana e, sem mais nem menos, fazer qualquer outra coisa. Não existem regras, só vontades.

Sair pela porta do trabalho sabendo que seu dia ainda está pela metade, mesmo que seja onze da noite. E não porque você tenha mais trabalho pela frente, mas sim porque você tem algo muito mais importante: vida e disposição.

Adiar a leitura daquele livro e ir no seu restaurante predileto. Mudar de ideia no meio do caminho, ir em outro e pedir um prato novo, com seu drink favorito e bater um bom papo com você mesma. Traçar rotas e arquitetar qual o próximo passo pra conquistar o seu mundo.

Observar olhares de pessoas que não entendem porque você está jantando sozinha. “Será que ela não tem amigos? Será que o namorado está vindo? Ou ela está de passagem pela cidade? Será que vou lá falar com ela? Que triste ver ela jantando sozinha!”. Pagar a conta e, mais uma vez, achar graça nesse grande zoológico humano.

Chegar em casa, observar o silêncio. Nunca ligar a televisão. Deixar as roupas largadas pela sala. Se jogar em algum canto e gastar bons minutos fazendo… Qualquer coisa!

Responder mensagens que ficaram esquecidas pelo dia. Mandar notícias para uma amiga. Pedir notícias de outra. Sorrir pra mensagens que chegam de surpresa e falar alguma besteira com quem se disponha. Marcar, com um friozinho de leve na barriga, aquele encontro pra sexta-feira.

Ir dormir às três da manhã. No fim das contas, você acabou lendo mais um pedaço daquele livro.

Sentir uma eletricidade suave e doce percorrer a pele. E ter certeza que tudo que você quer neste mundo, você pode ter. Começando pelo mais importante: ser feliz consigo mesma.

Quem escreveu: Veronica Gunther brinca de ser publicitária, adora seu fotolog no Instagram e é uma das fundadoras da Usina da Forma.

Música para ouvir: Nickelback

Nickelback

Eles já fazem algum sucesso por aqui há algum tempo e agora vão vir ao Rock in Rio, com vocês Nickelback!

Nickelback é uma banda de rock formada em Alberta, Canadá em 1995 por Chad Kroeger, Mike Kroeger, Ryan Peake e Brandon Kroeger. O nome da banda vem do nickel (moeda) que Mike Kroeger frequentemente tinha de devolver no seu trabalho numa cafeteria. (here’s your nickel, back!). Atualmente a banda conta com mais de 30 milhões de cópias vendidas em todo o mundo.

A banda vem do Canadá, de uma pequena cidade chamada Hanna, na província de Alberta no oeste canadense. Foi formada na década de 90 e iniciou a carreira em Vancouver. O grupo foi formado em 1996 quando o vocalista Chad Kroeger convida o seu irmão Mike Kroeger, e outro antigo colega e amigo, Ryan Peake, para formarem uma banda, o cargo de baterista inicialmente foi ocupado por Brandon Kroeger, primo de Chad e Mike, que mais tarde seria substituído por Ryan Vikedal.

O baterista Brandon Kroeger gravou apenas o primeiro álbum Curb, e foi substituído por Mitch Guindon por um curto período de tempo até a entrada de Ryan “Nik” Vikedal. O álbum The State de 1999 foi lançado nos Estados Unidos em março de 2000, estourando nas rádios com os singles “Breathe”, “Leader of Men” e “Old Enough”.

Lançado em 2005, o álbum All the Right Reasons teve uma inesperada repercursão por todo o mundo, concluindo em sete singles lançados, sendo eles “Photograph”, “Animals”, “Savin’ Me”, “Far Away”, “Rockstar”, “If Everyone Cared” e “Side of a Bullet”.

PS: Photograph e Far away marcaram uma fase muito importante da minha vida.

As músicas que eu mais gosto são:

Entre Aspas

dor
Vejo tanta gente reclamando da vida. Meu coração chega a dar um nó cego. Eu sei que cada um tem a sua força e o que é um problemão para mim pode não ser para você. Sei que um indivíduo é diferente do outro, que cada um tem a sua fé, a sua bagagem emocional. Sei mesmo. Mas eu só queria que você soubesse que tem gente em uma situação pior que a sua. Que o ruim mesmo é não ouvir e sentir a barriga roncar e não ter o que comer. Que desesperador mesmo é ter uma doença grave e não ter condições de pagar um bom médico ou fazer um exame sem ter que esperar por meses em uma fila. Que triste mesmo é perder quem a gente ama. Que terrível é ver o filho chorando de fome e não ter dinheiro para comprar um pão no supermercado. Que agoniante é não ter onde morar, pra onde ir ou voltar.
Quem sou eu para julgar a dor do outro? Ninguém. Não estou aqui para fazer julgamentos ou apontar um dedo no meio do seu nariz. O mundo já está cheio dessas pessoas – e eu também. Só quero que você pare um pouco para pensar: será que as coisas não estão sendo maximizadas? Precisa tanto? Esse assunto realmente tem importância? Esse problema realmente é tão cabeludo?
Temos a triste tendência a achar que as coisas são complicadas. Na verdade elas não são. Tudo depende do meu olhar, do seu, do nosso. Tudo depende da forma como você está receptivo. Depende do otimismo, da vontade, da força, da fé.
Sei que algumas situações são realmente preocupantes. Mas será que são tanto assim? Será que não temos a mania de supervalorizar coisas pequenas? Será que não nos deixamos levar pelo pessimismo que toma conta do mundo? Será que não estamos franzindo demais a testa e deixando os problemas subirem nas nossas costas até ficarmos corcundas e cansados?
Vale a pena pensar – hoje e sempre – no que estamos fazendo com o que somos. Você sabe de fato o que é? E o que faz com isso? Vale a pena o questionamento, a dúvida, a pulga atrás da orelha. Não podemos parar, senão o mundo nos atropela sem dó.

Quem escreveu: Clarissa Corrêa, redatora e publicitária

Estreia: Porto Seguro

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Galera hoje também estreia A morte do demônio, mas como as fotos me embrulharam o estômago acho melhor recomendar o nosso querido bobinho Nicholas Sparks.

Quando uma misteriosa mulher chamada Katie (Julianne Hough) se muda para a pequena cidade de Southport, Carolina do Sul, seus novos vizinhos começam a levantar questões sobre seu passado. Bela e discreta, ela evita qualquer tipo de laço pessoal com os outros habitantes da região até que conhece o charmoso Alex (Josh Duhamel), um homem gentil, viúvo e pai de dois filhos, e a sincera Jo (Cobie Smulders), que se torna sua amiga. Katie começa a se interessar por Alex e se sente cada vez mais afeiçoada a ele e sua família. Ela acaba se apaixonando mas um segredo de seu passado a impede de ser plenamente feliz.

Música para ouvir: Skillet

Skillet

Conheci essa banda através do meu irmão e nunca mais parei de ouvir, Never surrender é definitivamente a minha canção.

Skillet é uma banda de rock cristão de Memphis, Tennessee, formada em 1996. A banda é composta por John Cooper (vocalista, baixista), Korey Cooper (guitarrista, tecladista e backing vocal) Seth Morrison (guitarrista) e Jen Ledger (baterista e backing vocal). Skillet gravou sete álbuns em estúdio e recentemente, foi indicado ao Grammy Awards com dois deles, Collide (2004) e Comatose (2006). De lá pra cá, a banda tem expandido em muitos gêneros diferentes, incluindo Alternativo, Rock Industrial e Hard Rock.

A banda surgiu em 1996 com apenas John Cooper e Ken Steorts. Com o incentivo de seu pastor, a banda começou a tocar e logo Trey McClurkin se juntou como baterista temporário. A banda assinou com a ForeFront Records e logo lançaram o álbum Skillet que foi bem aceito pelo público e logo iniciaram uma pequena turnê.

Em 1998, a banda lançou seu segundo álbum, Hey You, I Love Your Soul. A diferença entre este e o primeiro álbum está na dependência dos teclados.

Pouco antes da gravação do terceiro álbum, Invincible – lançado em 2000, Ken Steorts deixa a banda e Kevin Haaland assume o posto de guitarrista. Após o lançamento de Invincible, Trey McClurkin também deixa a banda e Lori Peters assume a bateria. No mesmo ano, a banda lança seu primeiro CD de adoração, Ardent Worship.

Mais uma vez, agora em 2001, o posto de guitarrista é mudado, assim, Ben Kasica assume o lugar de Kevin Haaland. Esse ano também é marcado pelo lançamento de Alien Youth, que foi muito bem aceito pelo público, levando o Skillet a sua primeira grande turnê pelos Estados Unidos.

As músicas que eu mais gosto são:

Filme da semana: Uma linda mulher

uma linda mulher

Cresci ouvindo a música que ecoa o filme, “Pretty woman” contudo nunca o tinha assistido assim como o clássico O guarda-costas, nem sei bem porque. Eis que  um dia desses resolvi dar o play e fiquei encantada! Encantada com a beleza natural de Julia Roberts, a mesma beleza que havia me conquistado em O sorriso de Monalisa e também pela naturalidade dos personagens e aqui falo fisicamente. Eram pessoas comuns, sem silicone, botox ou músculos exagerados (gosto muito disso). Enfim um clássico!

Magnata perdido (Richard Gere) pede ajuda uma prostituta (Julia Roberts) que “trabalha” no Hollywood Boulevard e acaba contratando-a por uma semana. Neste período ela se transforma em uma elegante jovem para poder acompanhá-lo em seus compromissos sociais, mas os dois começam a se envolver e a relação patrão/empregado se modifica para um relacionamento entre homem e mulher.

Segue o filme completo: