Estreia: Porto Seguro

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Galera hoje também estreia A morte do demônio, mas como as fotos me embrulharam o estômago acho melhor recomendar o nosso querido bobinho Nicholas Sparks.

Quando uma misteriosa mulher chamada Katie (Julianne Hough) se muda para a pequena cidade de Southport, Carolina do Sul, seus novos vizinhos começam a levantar questões sobre seu passado. Bela e discreta, ela evita qualquer tipo de laço pessoal com os outros habitantes da região até que conhece o charmoso Alex (Josh Duhamel), um homem gentil, viúvo e pai de dois filhos, e a sincera Jo (Cobie Smulders), que se torna sua amiga. Katie começa a se interessar por Alex e se sente cada vez mais afeiçoada a ele e sua família. Ela acaba se apaixonando mas um segredo de seu passado a impede de ser plenamente feliz.

Filme da semana: Uma linda mulher

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Cresci ouvindo a música que ecoa o filme, “Pretty woman” contudo nunca o tinha assistido assim como o clássico O guarda-costas, nem sei bem porque. Eis que  um dia desses resolvi dar o play e fiquei encantada! Encantada com a beleza natural de Julia Roberts, a mesma beleza que havia me conquistado em O sorriso de Monalisa e também pela naturalidade dos personagens e aqui falo fisicamente. Eram pessoas comuns, sem silicone, botox ou músculos exagerados (gosto muito disso). Enfim um clássico!

Magnata perdido (Richard Gere) pede ajuda uma prostituta (Julia Roberts) que “trabalha” no Hollywood Boulevard e acaba contratando-a por uma semana. Neste período ela se transforma em uma elegante jovem para poder acompanhá-lo em seus compromissos sociais, mas os dois começam a se envolver e a relação patrão/empregado se modifica para um relacionamento entre homem e mulher.

Segue o filme completo:

Filme da semana: Esperar para sempre

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Emma (Rachel Bilson) e Will (Tom Sturridge) eram grandes amigos na infância. Porém, devido ao destino, os dois se separaram. Enquanto Emma se tornou uma estrela da TV, Will vaga pelo mundo fazendo apresentações de rua. O que Emma não sabe é que Will continua apaixonado por ela e que ele a segue por todos os lados para manter o seu amor vivo. Quando Emma volta para a cidade onde os dois um dia foram melhores amigos, ela precisa lidar com a enfermidade do seu pai (Richard Jenkins) e o reencontro com Will.

Eu assisti há algum tempo e continuo suspirando pelo Will até hoje. Esperar Para Sempre valoriza aquele romance idealizado que está tão escasso nos dias de hoje. Ele é aquele menino sonhador e apaixonado que acredita no amor para vencer todas as barreiras. Artista de rua, é o garoto “idealizado” pelas pessoas mais sonhadoras.

Já a Emma de Rachel Bilson segue um caminho bem diferente. Ela está sofrendo com o câncer do pai, além de estar envolvida num relacionamento problemático. Ela não está na mesma sintonia de Will. E é exatamente aí que surge o maior problema de Esperar Para Sempre. Abordando essas duas histórias paralelamente, o roteiro constrói a vida de cada um dos personagens durante boa parte do filme, juntando os dois somente depois da metade. O resultado é o seguinte: as duas storylines separadas até que funcionam. Mas, a partir do momento que o roteiro tenta formar um romance, não é bem sucedido – afinal, são pessoas diferentes, com vidas diferentes e que parecem não ter nada em comum a não ser as lembranças de quando eram amigos de infância.

Contudo Esperar para sempre nos faz refletir sobre o que perdemos quando a vida bate a porta e nos obriga a tornarmos adultos. Agora o que me pergunto e muitas vezes me deixa triste é: ser adulto é abandonar sonhos, sentimentos e virar uma pessoa racional? Se assim for quero ser uma criança iludida para sempre!

Filme da Semana: A arte da conquista

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Eu sou super viciada em filme e graças aos filmes online posso alimentar meu vício quase sem custo e o filme de hoje é super fofo. Sabe aqueles filmes que pela capa você quase prever o final? Eu achava que A arte da conquista era algo assim, só que definitivamente não! Ele é mais, muito mais, é fofo, sutil, inteligente, dramático na medida e verdadeiramente bom.

George Zinavoy (Freddie Highmore) é um jovem que acredita que o ser humano nasce e morre sozinho. Para ele, de nada adianta viver de ilusão. Com a mente totalmente ocupada por esta linha de pensamento, ir à escola, participar das tarefas ou fazer os deveres de casa tornam-se algo a ser desprezado. Mergulhado em sua amargura, ele acaba conhecendo a bela Sally Howe (Emma Roberts) e algo de diferente acontece. Com ela, ele faz novas amizades e começa a sentir novas sensações, sem saber ainda ao certo o significado. No meio do caminho, os dois conhecem Dustin (Michael Angarano), um artista de sucesso apresentado pelo professor de arte, dando início a um inesperado triângulo amoroso.

É um filme de sentimentos. E por isso mesmo talvez não agrade muito às pessoas mais racionais, que podem vê-lo como um filme menor. Mas um filme menor que me deixa olhando para a tela enquanto os créditos sobem, não querendo ainda voltar para a vida real.

A fotografia do filme é harmoniosa e a trilha sonora com bandas independentes deixa o filme com um ar de vida que todo jovem deseja viver.

Estreia: A Hospedeira

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Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores, suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. Melanie um dos humanos selvagens que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a alma invasora designada para o corpo de Melanie foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava, a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente.

Filme da semana: A delicadeza do amor

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Quando esse filme estreou eu divulguei na categoria Estreia, fiquei louca para assistir, porém demorei um pouco para conseguir tal façanha. Mas hoje eu indico esse filme porque A delicadeza do amor e exatamente isso que diz o título, só não se engane, não é um romance bobinho por ser delicado.

Por que tantos parecem querer o amor? Por que poucos realmente o querem? Essas são algumas das indagações do filme. Audrey Tautou da vida a determinada Nathalie,  uma mulher que perde o seu grande amor no auge da paixão e de forma totalmente banal e inesperada. Ela então vive o luto com a dor de perder um amor que apenas ela sabia qual ser o tamanho. Um dia porém ela topa enfrentar a dor e mesmo seu chefe correndo atrás dela, Nathalie decidi beijar um desconhecido que entra em sua sala.

Um homem diferente. Estrangeiro. Ela o beija demoradamente. Um beijo com desejo. Ardente. Beijo que incendeia. Beijo de quem fantasia o beijo. Beijo de quem beija com o corpo e a alma. E… Ela não sabe por que fez isso. Sabe que fez. E fez. O homem que teve um superbeijo roubado não sabe por que foi beijado, mas sabe que foi – e como foi.

Qual o segredo desse beijo? Por que esse beijo mexeu tanto com o Markus? O homem que foi beijado à toa defende o mistério desse beijo. Não quer que o beijo seja tratado como assédio. Não quer saber desse papo de assédio. O que importa pra ele: o beijo de Nathalie.

Os dois acabam descobrindo o nascer do amor dentro das pequenas coisas, dos pequenos gestos, algo muito bonito e profundamente maduro de se ver. E é aí que percebemos a chegada do amor mesmo sem querer. O amor pelo acaso, do qual qualquer pessoa está sujeita a viver.

O filme tem uma fotografia linda e é impossível não tirar os olhos da interpretação da Audrey. Super recomendado!

Filme da semana: Poder além da vida

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Dan Millman (Scott Mechlowicz) é um talentoso ginasta adolescente que sonha em participar das Olimpíadas. Ele tem tudo o que um garoto da sua idade pode querer: troféus, amigos, motocicletas e namoradas. Certo dia seu mundo vira de pernas para o ar, quando conhece um misterioso estrangeiro chamado Sócrates (Nick Nolte). Depois de sofrer uma séria lesão, Dan conta com a ajuda de Sócrates e de uma jovem chamada Joy (Amy Smart). Ele descobrirá que ainda tem muito a aprender e que terá de deixar várias coisas para trás a fim de que possa se tornar um guerreiro pacífico e assim encontrar seu destino.

Quando vi o título desse filme acreditei ser mais um filme de amor com morte. Ótimo engano! Só que esse filme é mais bem mais do que isso, na verdade não tem nada a ver com amor romântico. É um filme de superação, se conhecer e aprender a superar seus limites. Em muitas partes do filme é possível perceber preceitos budistas e dois ensinamentos de Sócrates (Nick Nolte) que me marcaram muito fora “As pessoas mais difíceis de serem amadas normalmente são as que mais precisam de amor.” e “O que trás felicidade é a jornada, não o destino.”

O filme tem um bom enredo que é conduzido num ritmo adequado, nem rápido demais, nem muito arrastado. É preciso assistir várias vezes para absorver o tamanho dos ensinamentos que são passados, mas tenho certeza de que você não vai se arrepender.