Entre Aspas

Muitas vezes damos importância demais para problemas que não afetam nossa vida em nenhum sentido. Muitas vezes ficamos assustados com o que vai acontecer com o nosso futuro, e esquecemos de que nem o passado nem o futuro importam, apenas o presente. Apesar de todos os problemas, todas as confusões, nunca deixe seu presente ser abalado. Aliás, a vida é uma só, e não existe passado nem futuro depois que morremos, pois ela é feita apenas de presente. Então viva o hoje e seja feliz enquanto há tempo.

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Entre Aspas

“Ela parece distante… talvez seja porque está pensando em alguém.
– Em alguém do quadro?
– Não, um garoto com quem cruzou em algum lugar, e sentiu que eram parecidos.
– Em outros termos, prefere imaginar uma relação com alguém ausente que criar laços com os que estão presentes.
– Ao contrário, talvez tente arrumar a bagunça da vida dos outros.
– E ela? E a bagunça na vida dela? Quem vai pôr ordem?”

(O Fabuloso Destino de Amélie Poulain)

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Amor incondicional

Algo me inspira a escrever sobre este sentimento, demasiadamente falado, porém, pouco achado. As pessoas dizem Eu te amo!, com tamanha facilidade, e não obstante, um instante depois, cobram respostas. Mas, não estamos diante de uma pergunta, e sim, de uma exclamação, de uma afirmação. Eu te amo e ponto! sem respostas, sem anseios, sem angústias, sem condições. Este sentimento não requer reciprocidade, não pede nada em troca, por muitos, é denominado amor-altruísta. Este amor é facilmente visualizado, na mãe pelo filho, naquela que não espera nada, que ora todas as noites pela sua plena felicidade. Mesmo que as coisas não andem bem, ela nunca deixará de amá-lo. Para este tipo de amor, não existe “se’s”.Se você deixar de fazer… Se você me der aquele presente… Se você me amar como eu te amo! Amor incondicional: por muitos desprovido de pensamento racional, por outros carregado de inestimável valor emocional. Um amor sem limites, onde o Céu não é o fim, onde sempre se pode mais, onde o velho ditado ” fazer o bem, sem olhar a quem” se faz mais do que presente. Mas, para seres falíveis ao erro,é inegável dizer que amar assim não é fácil, pois requer esforço, dedicação, maturidade. Esforço para não se entregar, para saber perdoar, para relevar, duas vezes pensar, para sempre se levantar.Dedicação para amparar, confortar, acariciar, acudir, auxiliar, apoiar. Maturidade pra raciocinar, relembrar, viver, esquecer, fingir que não vê, “dar o braço a torcer”. Um amor assim, realmente, está por existir, mas, uniões verdadeiras são construídas de amor verdadeiro, dizer eu te amo é assumir toda esta carga de “compromissos”, que digo, realmente, não é difícil. É fazer momentos mínimos se tornarem eternos, não pelo seu lapso temporal, mas por este fantástico sentimento, que não trava brigas, nem disputas, e sim, compartilha emoções, distribui felicidade, sem impor, NUNCA nem JAMAIS: Condições.

Quem escreveu: Cássia Montouto

A Idade de Ser Feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-las a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo, nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida, a nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem em que todo o desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso. Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.

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Conto de fadas do século XXI

Era uma vez…  numa terra muito distante…uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima.

Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico…
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito.
Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa.
Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo.
A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre…
Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma:
– Eu, hein?… nem morta!

Quem escreveu?

Luís Fernando Veríssimo

Nasceu em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, em 1936, filho do escritor Erico Veríssimo e de Mafalda Verissimo. É colunista e atualmente publica crônicas nos jornais O Globo, O Estado de São Paulo, Zero Hora e Público (de Lisboa). Adaptado tantas e tantas vezes para o teatro e para a televisão, em espetáculos e minisséries de grandes diretores, tendo entre os protagonistas alguns dos maiores atores do país, Luis é o autor que mais vende livros no território nacional. Suas obras (coletâneas de crônicas e romances), recheadas de humor, crítica, poesia e provocação estão sempre nos primeiros lugares das listas de mais vendidos e são uma prova preciosa de que um livro pode vender bem e ter alta qualidade literária ao mesmo tempo, sendo popular, sofisticado e, acima de tudo, irresistível.

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