Eu indico: A Seleção – Kiera Cass

Para trinta e cinco garotas, a Seleção é a chance de uma vida. É a oportunidade de ser alçada a um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.Para America Singer, no entanto, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás o rapaz que ama. Abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes. Então America conhece pessoalmente o príncipe – e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que nunca tinha ousado imaginar.

Eu indico: Uma garrafa no mar de Gaza – Valérie Zenatti

Um homem-bomba se explodiu dentro de um café em Jerusalém. Seis corpos foram encontrados. Uma garota, que se casaria naquele dia, morreu junto com o pai “algumas horas antes de vestir seu lindo vestido branco”. E Tal não consegue parar de pensar em tudo isso.Tal é uma israelense que, como toda garota de dezessete anos, vive suas primeiras experiências – o primeiro grande amor, as primeiras escolhas profissionais e também o primeiro atentado. Depois de vivenciar esse momento trágico, ela escreve uma carta a um palestino imaginário, coloca em uma garrafa e pede ao irmão, que presta o serviço militar perto de Gaza, para lançá-la ao mar. Algumas semanas depois, recebe a resposta de um certo “Gazaman”…O filme “Uma garrafa no mar de Gaza”, baseado no livro, estreia em março de 2013!

Eu indico: O Segredo de Emma Corrigan – Sophie Kinsella

Emma Corrigan é uma funcionária comum de uma empresa de marketing com representantes na Grã-Bretanha. Certo dia ela tem a sua chance de ouro para conquistar um cargo melhor na empresa, indo para uma reunião em Glasgow, porém nem tudo são flores. Além da reunião ter saído totalmente de seu controle, Emma consegue piorar ainda mais a situação, derramando refrigerante em um executivo da empresa. Ah!, e tem mais…

Como toda mulher, Emma guarda alguns segredos. Alguns desses bem banais, outros nem tanto. E esses segredos vêm à tona, quando ao passar por uma situação de estresse, – pois acredita estar à beira da morte dentro de um avião – ela simplesmente começa a falar tudo, tudo mesmo, inclusive sobre sua rotina de enrolação na empresa e sua convivência nada agradável com sua prima-irmã adotiva para um homem sentado ao seu lado que ela nem conhece, quer dizer, ela acha que não o conhece. Pois é, esse homem nada mais é do que o dono da empresa para qual ela trabalha. A partir de toda essa confusão, se desenrola uma das narrativas mais envolventes de Sophie Kinsella.

 

Eu indico: O céu está em todo lugar – Jandy Nelson

Lennie Walker, de dezessete anos de idade, gasta seu tempo de forma segura e feliz às sombras de sua irmã mais velha, Bailey. Mas quando Bailey morre abruptamente, Lennie é catapultada para o centro do palco de sua própria vida – e, apesar de sua inexistente história com os meninos, inesperadamente se encontra lutando para equilibrar dois. Toby era o namorado de Bailey, cujos sentimentos de tristeza Lennie também sente. Joe é o garoto novo da cidade, com um sorriso quase mágico. Um garoto a tira da tristeza, o outro se consola com ela. Mas os dois não podem colidir sem que o mundo de Lennie exploda…

O livro é lindo, intenso e arrebatador. A história retrata o sentimento do luto de forma poética e não há como não se envolver.

“Nunca ninguém me tocou dessa forma antes, nunca ninguém me olhou da forma como ele me olha agora, bem dentro de mim. Quero me esconder dele e beijá-lo ao mesmo tempo.” Pág 143

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Eu indico: Lonely Hearts Club – Elizabeth Eulberg

“Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. Exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionam uma garota — John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do Lonely Hearts Club — o lugar certo para uma mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz.

Lá, ela sempre estará em primeiro lugar, e eles não são nem um pouco bem-vindos. O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí. Agora, todas querem fazer parte do Lonely Hearts Club, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será, realmente, que nenhum carinha vale a pena?”

Um livro leve, feminista e que dá um impulso a todas meninas que sonham com o príncipe encantando, o enxerga em qualquer sorriso simpático e esquece de ser feliz por si mesma.

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Eu indico: O Pão da Amizade – Darien Gee

Certa tarde, Julia Evarts e Gracie, sua filha de cinco anos, chegam em casa e encontram um presente na varanda da frente – um pão da amizade com o bilhete ‘espero que você goste’. Junto, há um pacote de farinha, instruções de como fazer o pão e um pedido para que ele seja compartilhado com outras pessoas.

Ainda abalada pela tragédia que a distanciou da irmã, antes sua melhor amiga, Julia continua perdida quanto aos rumos de sua vida. Ela jogaria fora o presente anônimo, mas, para alegrar Gracie, concorda em assar o pão.

Quando Julia conhece duas recém-chegadas à pequena cidade de Avalon, Illinois, ela desencadeia uma ligação ao oferecer a elas uma parte da massa. A viúva Madeline Davis está trabalhando para manter aberto o seu salão de chá, enquanto a famosa violoncelista Hannah Wang de Brisay está numa encruzilhada, com o fim da carreira e o do casamento. Na cozinha do salão de chá de Madeline, as três mulheres firmam uma amizade que mudará suas vidas para sempre.

O Pão da Amizade tem uma narrativa envolvente e arrebatadora. Não há como não mergulhar nos personagens e suas vidas. Não se trata de uma história onde os personagens são perfeitos e nada aprendem, pelo contrário. Eles são muito reais, com seus defeitos, pecados, erros e acertos. Mas o que mais impressiona é esta humanidade, este calor humano, estes erros e sentimentos que são descritos com tanta precisão e maestria. Todos tem seus medos e anseios, mas crescem, amadurecem e mudam suas visões conforme a trama se desenrola. Todos encaram as adversidades que os transformam em pessoas melhores e mais conscientes.

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Eu indico: A última carta de amor – Jojo Moyes

A Última Carta de Amor conta a história de duas mulheres (e seus amores) separadas pelo tempo. Elas não se conhecem, mas uma vai mudar a vida da outra de uma forma irreversível e inesperada.

Ellie Haworth é uma jornalista em busca de uma reportagem que possa ajudar a alavancar sua carreira, deixada ligeiramente de lado desde que começou a se envolver com um escritor casado, um ano antes. Revirando arquivos antigos do jornal, encontra uma carta de amor – que é o real início desta história.

Voltamos a 1960 e conhecemos Jennifer Stirling, uma mulher elegante que está tentando voltar para sua antiga rotina depois de se recuperar de um acidente de automóvel. O problema é que a batida apagou muitas lembranças de sua memória e ela não consegue deixar de se sentir deslocada.

Nem mesmo seu marido, Laurence, e os amigos íntimos conseguem fazê-la voltar a seu antigo normal. E ela rapidamente entende o motivo quando encontra uma carta de amor endereçada a ela, escondida em um livro, assinada por “B”. Pois é, parece que ela tinha um amante!

Paralelamente ao “presente” de Jenny, conhecemos sua história antes do acidente. Seu círculo social, seu dia a dia com o marido, o que gostava de fazer, como agia… Até o ponto em que as duas partes se fundem.

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