Filme da semana: Cartas para Julieta

cartas para julieta

Olá galera, o filme da semana de hoje é atual e talvez muitos já tenham assistido se chama Cartas para Julieta. Eu lembrei dele agora por causa de uma matéria que vi sobre a Itália e eu amooo a Itália. 

O filme conta a história de Sophie (Amanda Seyfried) uma aspirante a escritora que viaja para a Itália ao lado do noivo Victor (Gael García Bernal), que sonha em ter seu próprio restaurante. Em Verona, onde se passou a história de Romeu e Julieta, local perfeito para uma lua de mel antecipada, Sophie acaba percebendo que seu noivo está mais interessado nos fornecedores para seu restaurante do que nela. Na cidade descobre uma antiga carta de amor e junta-se a um grupo de voluntárias que responde estas missivas amorosas. Para sua surpresa, a remetente Claire Smith (Vanessa Redgrave) ouve o conselho dado na resposta e vai procurar Lorenzo, por quem se apaixonou na juventude. Mas existem muitos italianos com o mesmo nome e Sophie demonstra interesse em ajudá-la na tarefa, desagradando o neto Charlie (Christopher Egan), que já tinha reprovado essa louca aventura da avó viúva.

O filme é muito fofo e tem paisagens lindíssimas. uma fotografia encantadora. Se você não tem preconceitos com histórias açucaradas  e está a fim de relaxar, esse é o filme! 🙂

Estreia: Os Penetras

os penetras

Marco Polo (Marcelo Adnet) é um sujeito bem-humorado, sedutor e manipulador, sempre tentando levar vantagem. Em um de seus golpes, ele cruza com Beto (Eduardo Sterblitch) um homem tímido e inseguro, que acabou de ser rejeitado por sua amada Laura, e tem vários problemas com a família. Vendo a situação financeira privilegiada de Beto, Marco Polo promete conversar com Laura, e tentar convencê-la a voltar para o colega. Enquanto isso, ele tira vantagem da fragilidade do outro. Mas os planos mudam quando Marco Polo conhece esta mulher, tão sedutora e tão manipuladora quanto ele.

Filme da semana: Dama de ferro

Eu estava de bobeira em casa e resolvi assistir esse filme, por aqui mesmo no youtube e me surpreendi com a interpretação da Meryl Streep. Havia momentos que eu não entendia se estava de frente a atriz ou a Margaret de verdade de tão bela que era a interpretação. Existem umas frases no filme que também me conquistaram bastante.

Antes de se posicionar e adquirir o status de verdadeira dama de ferro na mais alta esfera do poder britânico, Margaret Thatcher (Meryl Streep) teve que enfrentar vários preconceitos na função de primeiro-ministra do Reino Unido em um mundo até então dominado por homens. Durante a recessão econôminica causada pela crise do petróleo no fim da década de 70, a líder política tomou medidas impopulares, visando a recuperação do país. Seu grande teste, entretanto, foi quando o Reino Unido entrou em conflito com a Argentina na conhecida e polêmica Guerra das Malvinas.

A história em si só não me cativou mais pelo fato de ser de uma perspectiva talvez inusitada, o olhar de uma mulher poderosa no fim da vida, com um vai e vem intenso de passado e presente através das lembranças da personagem. O filme não é de todo ruim e eu recomendo a quem esteja disposto a assistir. Destaque também para a crítica implícita às celebridades de hoje em dia, feita no diálogo sobre a mudança de conceitos entre ser famoso por ter feito algo ou alcançar o sucesso simplesmente por ser alguém, sem qualquer mérito.

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Filme da semana: Na trilha da fama

Eu não entendo porque não se faz mais filmes como esse. De uns tempos pra cá os filmes de adolescente ficaram tão sem história. Quando eu tinha uns doze anos adorava ver filmes como esse. Eu sempre fui muito sonhadora e eles me faziam crer que se eu quisesse e lutasse de verdade por isso, um dia ia ser real. É incrível como o tempo destrói os seus sonhos se você deixar. Por isso que até hoje eu choro horrores quando assisto esse filme e se você também é sonhador ou sonhadora vale a pena assistir e quem sabe se inspirar, se emocionar e se divertir.

Terri Fletcher (Hilary Duff) é uma jovem que nasceu e cresceu em uma cidade do interior dos Estados Unidos. Ela jamais visitou uma cidade maior, até decidir passar as férias de verão em uma escola de artes de Los Angeles. Ela usa então a nova experiência para amadurecer e conquistar o sonho de se tornar uma grande artista.

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Estreia: A filha do Mal

Pessoal eu digo, quero trazer para vocês filmes com boas críticas, mas isso anda cada vez mais difícil. Eu gosto do filme e só vejo péssimas críticas, e não estou falando de críticos ruins e sim de críticos que criticam negativamente o filme. Mas vamos a “A filha do Mal”.

Maria Rossi (Susan Crowley) assassinou três pessoas durante um ritual de exorcismo que estava sendo realizado com ela e a igreja resolveu interná-la em um manicômio situado em Roma. Sua filha Isabella (Fernanda Andrade), além de preocupada em saber se existe algo genético que possa ter herdado, quer entender o que aconteceu com a mãe e segue para o local em busca de explicações. Acompanhada de uma câmera que vai documentar toda a sua jornada investigativa, ela recebe a orientação dos padres Ben (Simon Quarterman) e David (Evan Helmuth) de que seria melhor presenciar um exorcismo de verdade para evoluir em sua pesquisa. O que eles não contavam era que, mais tarde, iriam se deparar com caso de possessões múltiplas, caso raro e extremamente complicado de se resolver.

Produzido pela mesmo cara da série Atividade Paranormal e por Lorenzo di Bonaventura (franquia Transformers), Filha do Mal custou cerca de US$ 1 milhão, não tem atores conhecidos e faturou US$ 33 milhões na estreia nos Estados Unidos. Com isso, deixou de lado o “pretinho básico” (a escuridão) tão comum nessas produções e os holofotes rapidamente se acenderam para a desconhecida brasileira Fernanda Andrade, protagonista deste hit de janeiro, que já vendeu mais de US$ 55 milhões internacionalmente. Mas aí você pergunta: É bom? A resposta vai depender única e exclusivamente do seu ponto de vista e do que é medo para você. Os que procuram cenas tensas, como aconteceu em Espíritos – A Morte Está ao Seu Lado (2004), podem se decepcionar.

Logo no início, uma mensagem avisa que o Vaticano não aprova nada. A abertura é boa, com a ligação para a polícia, assim como as cenas de notíciário na TV e a câmera da perícia filmando o local. Rola até um clima. Em seguida, a jovem Isabella (Fernanda Andrade) conta para você que vai investigar, 20 anos depois, o que teria feito sua mãe, Maria Rossi, matar três pessoas durante um exorcismo. Viaja para Roma e segue filmando tudo, desde uma aula sobre o tema no Vaticano até um ritual verdadeiro, tendo em vista que os padres rebeldes Ben (Simon Quarterman) e David (Evan Helmuth) a convencem de que a prática é melhor do que a teoria. O problema é que depois da visita a mãe internada em um sanatório, eles descobrem que a possessão dela é múltipla e se um demônio incomoda muita gente, quatro demônios incomodam muito mais.

O roteiro do diretor William Brent Bell, que repetiu a parceria com Matthew Peterman (Stay Alive – Jogo Mortal) não é exatamente ruim. Envolve o nome “verdadeiro” de dois missionários do inferno (Berith e Asbeel), mas a veracidade que tentam passar ao longo da trama não tem a força da água benta e nem o sabor do vinho. Incomoda a facilidade com que as coisas acontecem e a tranquilidade da protagonista e seu camera man,diante de situações que deveriam ser – no mínimo – assustadoras, não deixam que você pegue o espírito da coisa.

Entre os destaques, Susan Crowley convincente como mãe possuída e a crítica bem humorada a igreja católica, com padrecos falando da hipocrisia reinante no alto clero e também através do “coisa ruim” cutucando com uma frase sacana e um xingamento, nas feridas recentes envolvendo padres assanhados.

O fim pode chocar muita gente, mas cuidado porque pode ser para o bem e para o mal. Cabe a você escolher o seu lado. Após os silenciosos créditos finais, uma mensagem volta a falar sobre o caso Rossi e estimula uma visita ao site The Rossi Files com cenas “reais” de outros exorcismos. A porta está aberta, a escolha é sua.

Segue o trailler do filme:

E então, topam assistir?

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