Filme da semana: Esperar para sempre

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Emma (Rachel Bilson) e Will (Tom Sturridge) eram grandes amigos na infância. Porém, devido ao destino, os dois se separaram. Enquanto Emma se tornou uma estrela da TV, Will vaga pelo mundo fazendo apresentações de rua. O que Emma não sabe é que Will continua apaixonado por ela e que ele a segue por todos os lados para manter o seu amor vivo. Quando Emma volta para a cidade onde os dois um dia foram melhores amigos, ela precisa lidar com a enfermidade do seu pai (Richard Jenkins) e o reencontro com Will.

Eu assisti há algum tempo e continuo suspirando pelo Will até hoje. Esperar Para Sempre valoriza aquele romance idealizado que está tão escasso nos dias de hoje. Ele é aquele menino sonhador e apaixonado que acredita no amor para vencer todas as barreiras. Artista de rua, é o garoto “idealizado” pelas pessoas mais sonhadoras.

Já a Emma de Rachel Bilson segue um caminho bem diferente. Ela está sofrendo com o câncer do pai, além de estar envolvida num relacionamento problemático. Ela não está na mesma sintonia de Will. E é exatamente aí que surge o maior problema de Esperar Para Sempre. Abordando essas duas histórias paralelamente, o roteiro constrói a vida de cada um dos personagens durante boa parte do filme, juntando os dois somente depois da metade. O resultado é o seguinte: as duas storylines separadas até que funcionam. Mas, a partir do momento que o roteiro tenta formar um romance, não é bem sucedido – afinal, são pessoas diferentes, com vidas diferentes e que parecem não ter nada em comum a não ser as lembranças de quando eram amigos de infância.

Contudo Esperar para sempre nos faz refletir sobre o que perdemos quando a vida bate a porta e nos obriga a tornarmos adultos. Agora o que me pergunto e muitas vezes me deixa triste é: ser adulto é abandonar sonhos, sentimentos e virar uma pessoa racional? Se assim for quero ser uma criança iludida para sempre!

Filme da Semana: A arte da conquista

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Eu sou super viciada em filme e graças aos filmes online posso alimentar meu vício quase sem custo e o filme de hoje é super fofo. Sabe aqueles filmes que pela capa você quase prever o final? Eu achava que A arte da conquista era algo assim, só que definitivamente não! Ele é mais, muito mais, é fofo, sutil, inteligente, dramático na medida e verdadeiramente bom.

George Zinavoy (Freddie Highmore) é um jovem que acredita que o ser humano nasce e morre sozinho. Para ele, de nada adianta viver de ilusão. Com a mente totalmente ocupada por esta linha de pensamento, ir à escola, participar das tarefas ou fazer os deveres de casa tornam-se algo a ser desprezado. Mergulhado em sua amargura, ele acaba conhecendo a bela Sally Howe (Emma Roberts) e algo de diferente acontece. Com ela, ele faz novas amizades e começa a sentir novas sensações, sem saber ainda ao certo o significado. No meio do caminho, os dois conhecem Dustin (Michael Angarano), um artista de sucesso apresentado pelo professor de arte, dando início a um inesperado triângulo amoroso.

É um filme de sentimentos. E por isso mesmo talvez não agrade muito às pessoas mais racionais, que podem vê-lo como um filme menor. Mas um filme menor que me deixa olhando para a tela enquanto os créditos sobem, não querendo ainda voltar para a vida real.

A fotografia do filme é harmoniosa e a trilha sonora com bandas independentes deixa o filme com um ar de vida que todo jovem deseja viver.

Filme da semana: Poder além da vida

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Dan Millman (Scott Mechlowicz) é um talentoso ginasta adolescente que sonha em participar das Olimpíadas. Ele tem tudo o que um garoto da sua idade pode querer: troféus, amigos, motocicletas e namoradas. Certo dia seu mundo vira de pernas para o ar, quando conhece um misterioso estrangeiro chamado Sócrates (Nick Nolte). Depois de sofrer uma séria lesão, Dan conta com a ajuda de Sócrates e de uma jovem chamada Joy (Amy Smart). Ele descobrirá que ainda tem muito a aprender e que terá de deixar várias coisas para trás a fim de que possa se tornar um guerreiro pacífico e assim encontrar seu destino.

Quando vi o título desse filme acreditei ser mais um filme de amor com morte. Ótimo engano! Só que esse filme é mais bem mais do que isso, na verdade não tem nada a ver com amor romântico. É um filme de superação, se conhecer e aprender a superar seus limites. Em muitas partes do filme é possível perceber preceitos budistas e dois ensinamentos de Sócrates (Nick Nolte) que me marcaram muito fora “As pessoas mais difíceis de serem amadas normalmente são as que mais precisam de amor.” e “O que trás felicidade é a jornada, não o destino.”

O filme tem um bom enredo que é conduzido num ritmo adequado, nem rápido demais, nem muito arrastado. É preciso assistir várias vezes para absorver o tamanho dos ensinamentos que são passados, mas tenho certeza de que você não vai se arrepender.

Filme da semana: Paixão de aluguel

Tá esse filme é antigo, mas nem por isso é ruim. Minha adolescência teve como inspiração a Hilary Duff, eu assisti a todos os filmes dela mais de 10 vezes 🙂 Meus pais já sabem todas as falas e eu não consigo parar :). A mensagem desse filme em particular é muito inspiradora,  mostra o quanto é importante esperar a pessoa certa, que não é todo mundo que vai nos fazer feliz para sempre talvez por um tempo mas não como a pessoa certa para você faria.

Holly Hamilton está cansada de mudar de casa toda vez que sua mãe briga com o novo namorado. E quando a mamãe Jean arruma outro romance, a adolescente arma o plano ideal para fazer com que o pretendente caia fora: achar o homem perfeito para ser seu padrasto. O primeiro passo é inventar um admirador secreto que vai aumentar a auto-estima de Jean. Mas a relação começa a dar certo, e agora Holly terá de encontrar um homem de verdade para fazer o papel do apaixonado. Para isso, ela toma emprestado de uma amiga o Tio Ben, um homem inteligente e charmoso que se torna o parceiro ideal para Jean. Porém, as mentiras escondidas podem ameaçar a felicidade de todos.

Filme da semana: Um casal quase perfeito 3

Eu sou completamente louca por patinação no gelo. Pena que em Teresina se um dia houver gelo é com certeza o fim do mundo 🙂 Enfim, não custa nada sonhar com a patinação ou assistir filmes como esse leves e super fofos.  A melhor parte pra mim de filmes como esse sempre é o final onde os dois dançam juntos. Não tem como não torcer por eles.

O patinador Zack Conroy é um competidor brilhante, mas perigoso, pois ignora todos os riscos em sua busca pela perfeição. Quando sua parceira e ex-namorada se machuca em uma queda devastadora, Zack precisa encontrar um novo par. Entra em cena a linda Alexandra Delgado, uma jogadora de hóquei durona, cujo talento bruto só é superado pela sua paixão e força de vontade. Há um choque de temperamentos e as fagulhas voam para todos os lados, tanto dentro quanto fora das pistas de gelo, pois a dupla improvável parte em busca de um sonho impossível na história dos campeonatos mundiais. Nessa rota, eles descobrirão que mais perigoso do que patinar é se apaixonar.

Filme da semana: Carrie, A Estranha

Sim, eu estava em casa sábado passado e assisti ao filme Carrie, A Estranha pela primeira vez. E como hoje é halloween, porque não?!

Carrie White (Sissy Spacek) uma jovem que não faz amigos em virtude de morar em quase total isolamento com Margareth (Piper Laurie), sua mãe e uma pregadora religiosa que se torna cada vez mais ensandecida. Carrie foi menosprezada pelas colegas, pois ao tomar banho achava que estava morrendo, quando na verdade estava tendo sua primeira menstruação. Uma professora fica espantada pela sua falta de informação e Sue Snell (Amy Irving), uma das alunas que zombaram dela, fica arrependida e pede a Tommy Ross (William Katt), seu namorado e um aluno muito popular, para que convide Carrie para um baile no colégio. Mas Chris Hargenson (Nancy Allen), uma aluna que foi proibida de ir festa, prepara uma terrível armadilha que deixa Carrie ridicularizada em público. Mas ninguém imagina os poderes paranormais que a jovem possui e muito menos de sua capacidade vingança quando está repleta de ódio.

O que eu tenho a dizer é que não dá para ficar indiferente diante dos acontecimentos e não torcer pela vingança da Carrie. Em muitos momentos durante o filme consegui sentir o que a personagem sentia. E não se preocupem o filme é classificado terror, mas não tem nada demais, pelo contrário é uma ótima história que nos faz pensar até que ponto o bullying pode influenciar na vida de alguém.

Segue o trailler:

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Filme da semana: Like crazy

A inglesa Anna (Felicity Jones) está estudando nos Estados Unidos quando conhece Jacob (Anton Yelchin), um jovem americano. Eles apaixonam-se e vivem uma breve história de amor. A jovem ultrapassa o limite de estadia, violando o visto de estudos para ficar com o amado, e é expulsa do país. Morando em continentes diferentes, eles tentam manter uma relação à distância e lutam para ficar juntos outra vez.

“Eu precisava acreditar nisso, em você e eu.”

A primeira vista o filme é mais um romance americano sem graça. Confesso que precisei assistir duas vezes para realmente entender o porque do filme. Ele parece morno e linear para o padrões hollywoodianos, mas seu ponto forte são as emoções. No início são dois jovens que se apaixonam e vivem um romance (muito fofo por sinal), interrompidos pelo destino os dois acabam se separando e depois disso começa a batalha pela reconquista do que eles tinham.

O maior problema eles não percebem, não é a distância e sim o tempo. Enquanto estão separados eles amadurecem e conquistam coisas difíceis de esquecer, eles queriam tanto estar juntos que nem perceberam os meios das suas  próprias histórias. E quando chegaram ao objetivo surgiram aquelas perguntas: Valeu a penas? Era isso mesmo? Agora que estou aqui, como devo seguir? Já não somos mais quem fomos e jamais voltaremos a ser.

Enfim, o filme é bem reflexivo e sutil. Não dá pra dizer se os dois tem ou não um final feliz. Assista e tire suas próprias conclusões.

Tenho que dar um destaque especial para a trilha sonora e para a fotografia, além do figurino da Anna que tinha que ser jornalista. haha E um obrigado a minha amiga Ruth Carioca por indicar o filme.

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