Mais um desabafo sem tortura…

feliz

Aprendi a andar nas estrelas,

Aprendi que o mundo não é um lugar ruim,

Mais sim a maioria das pessoas que nele vivem…

Por isso escolhi esperar por você,

Por isso guardo meus amigos no coração

Porque anjos eu guardo com todo orgulho

Aprendi a sorrir por nada e por tudo.

Eu ainda não sei voar, mais sei sonhar,

Sei sonhar, e aprendi a sonhar alto, longe.

Sei que Deus está comigo…

Aprendi que cada dia mesmo ruim pode ser bom..

Aprendi que um sorriso pode mudar o dia,

Aprendi que algumas atitudes te fazem digno do amor

E que com fé  cada sonho meu será realizado..

Peço a Deus que te guarde,

Que tu sejas não mais um presente,

Mais o presente de Deus pra mim…

Entre Aspas: Rodoviária

bagagem

Antes de embarcar, espero numa fila longa para depositar a bagagem na parte inferior do ônibus.

A medida que a fila se move, percebo o funcionário responsável por acomodar as malas no bagageiro. É um sujeito franzino, ainda novo.

Vendo-o, sei que o rapaz é de origem humilde. Conjeturo que sua família é bastante pobre.

Sua simplicidade revela-se em seus gestos, em seus olhos, na dignidade com que porta o uniforme da companhia de viação.

Com seu corpo frágil, o rapaz levanta, obstinado, mala por mala, e vai dispondo uma a uma, organizadamente, no compartimento do carro.

Realiza a tarefa com esmero e seriedade. Concentrado, alterna-se entre colar na mala a etiqueta numérica, entregar o canhoto ao passageiro e guardar o volume.

Dispensa grande esforço físico. Transpira no rosto. Algumas malas são realmente grandes e pesadas.

Na fila, os passageiros são muitos, e quase todos bem maiores e mais fortes que o rapaz das malas.

Observo essa cena por alguns instantes e, num golpe, compadeço-me daquele moço que guarda as bagagens.

Vejo no seu rosto simples o rosto de todo o meu povo. Meu povo que carrega nos braços e nas costas o peso de um país inteiro. Gente fraca, porém forte.

Tenho vontade de ajudar o rapaz com as malas; tenho vontade de dar-lhe água e conforto.

Tenho desejo de pegar minha gente no colo, de abraçar minha gente, de ninar minha gente.

Apesar das luzes, do barulho e do movimento, consigo sentir a noite. Foi o moço das malas, que me comoveu e me encheu de ternura.

Quem escreveu: Daniela Antoniassi, paulista por certidão e mineira de coração. Daniela é formada pela Universidade de São Paulo e apaixonada por Literatura, especialmente Guimarães Rosa. Escreve desde sempre e agora vive em Paris, onde estuda francês e ensaia para seu mestrado em Antropologia Humana.

Entre Aspas

Sim, amizades verdadeiras podem durar para sempre, sei que isso é difícil de se acreditar nos dias de hoje, principalmente, porque hoje em dia é muito difícil de se achar uma amizade verdadeira. Nos dias de hoje nem todo mundo é verdadeiro, todos querem aparecer, querem  ser populares. Eu acho que o que importa é a sua felicidade, não importa se você esta com amigos “excluídos” e estranhos ou se seus amigos são populares e descolados, o que importa é a sua felicidade, e também não vale a pena fingir ser alguém que você não é, um dia a máscara vai cair. Então nunca seja falso, seja você mesmo, seja amigo de quem faz você se sentir bem e assim você terá amigos para vida toda.

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Entre Aspas

Sabe meu coração? Por mais que eu negue ele bate por você! Não, não bate ele bate por mim , pra me mante viva, não posso negar que sinto algo por você, mais também não dizer que você é tudo pra mim porque não é . O tempo passou agente cresceu, amadureceu e se fortaleceu, nossos hits mudaram, mais o agente viveu no passado permanece aqui mesmo que não encaremos isso, tudo naquela época foi bom, porém erramos muito, falamos o que não podia, agimos quando não deveríamos. Você pode dizer que esqueceu, que pra você é como se não tivesse acontecido porque não lembra, mais eu lembro por nos dois, por mais forte que eu me mostre ser eu não sou, eu sinto sua falta, eu lembro da gente e penso em como seria se ainda estive-se aqui se estive-se comigo.

Tudo me lembra você, nada tira seu nome da minha cabeça e ninguém do coração, como dizem você é meu pontinho verde háhá, cada palavra, gesto, música, tudo tudo me lembra você . Só queria voltar ao passado e concertar meu erros para saber o que teria sido de nós, se não tivesse sentido medo . Entrego nas mão de Deus minha vida porque não consigo mais entende-lá , quanto mais vive-lá . To cansada de pensar que as pessoas vão entrar em minha vida e me fazer te esquecer , dou conselhos para as pessoas poderem fazer coisas para esquecer outra mais á 3 anos tento te ver como amigos e não consigo , cada vez que te vejo é como se fosse a primeira , a barriga cheia de “borboleta ”, o coração disparado, falta de ar, preocupação, ai passo reto pois nunca sei o que esperar de uma conversa com você, afinal você é mais difícil de entender que mulher.

Ás vezes me pego vendo as nossas conversas que são poucas ou até mesmo vendo fotos daquele tempo. Não sei o que esperar do futuro, só sei que o que mais queria é que mudássemos uma pelo outro, mais temos que aceitar que nem tudo na vida é como agente quer,então vivo na ilusão da realidade que nunca mais existira eu e você , nós , agente, é eu do meu lado e você do seu . Será que algum dia agente vai ficar bem , conseguir conviver sem brigar? Dizem que no fundo do ódio existe amor, será? Se é então o que existe no fundo do amor? Toda brincadeira tem um fundo de verdade? Então o que tem no fundo de uma verdade? Cara eu odeio esse poder que você tem sobre mim, esse seu jeito de me olhar, esse jeito de sei lá cara , não sei o que fazer quando você me olha e tem total poder sobre minhas reações. Eu preciso de você aqui comigo, sei que eu posso fazer você feliz nessa vida como ninguém fez, eu te amo cara! Lembre-se que NUNCA vou esquecer você e serei sempre , eternamente sua esquilinha, independente de onde e com quem estiver. Quando se ama o melhor é deixar a pessoa liberta, aceita-lá feliz com outra, certo? Mudo meu caminho para seguir o nosso.

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Entre Aspas

Uma vez me perguntaram porque eu mudo tanto a cor do meu cabelo.

Respondi que eu posso fazer isso quantas vezes eu quiser, posso sim mudar a cor, o corte do meu cabelo.

Posso mudar minhas roupas, minha maquiagem, meu modo de falar, de escrever.

Posso mudar de casa, de rua, de cidade, de país.

Mas não posso mudar a dor que sinto dentro do meu peito… Infelizmente.

Era tudo o que eu gostaria de mudar!

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Eu indico: A Vida na Porta da Geladeira – Alice Kuipers

Claire e sua mãe, Elizabeth, têm uma vida muito atribulada. São raros os momentos em que as duas conseguem se encontrar devido ao fato de Elizabeth ser médica  e viver fazendo plantão e de Claire também, que estuda e faz um bico como babá.

Com isso, as duas precisaram criar um meio de se comunicar com frequencia e a única forma que conseguiram foi com bilhetes na porta da geladeira!

Nós vamos acompanhando a vida das duas apenas pelos bilhetinhos na geladeira! Desde os desencontros amorosos de Claire, seu coelho Peter e um problema que sua mãe anda enfrentando. Eu sinceramente não vi problema neste formato de “apenas bilhetes”, a autora conseguiu levar a narrativa nessa forma sem deixar passar nada.

É um livro extremamente tocante e simples. Um daqueles que mesmo depois de ler, você vai ficar com ele na cabeça por um bom tempo. Ele foi um dos livros que eu li mais rápido, afinal são só os bilhetinhos mesmo. Mas justamente por isso a gente consegue pegar a estória direitinho. Ele deve ser lido de uma vez só.

Um livro emocionante e profundo, vai fazer você pensar um pouco mais na sua própria vida, com certeza. Recomendadíssimo.

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Entre Aspas

A chuva bate grossa no telhado  A noite vai passando devagar, quase parando. O sono dá lugar as angustias, desejos e sonhos. Tão previsível este pensar, este sentir, este conversar com si mesmo. É pouco, porém tão forte, tão profundo este querer dizer ,desengasgar. Ah se soubesse que minhas noites em claro são tão somente por causa dessas palavras não ditas, dessas frases engolidas. Se compreendesse este meu olhar meio de lado, que acompanha cada passo que você dá daqui pra lá e de lá pra cá, este olhar bem disfarçado de canto de olho. Se minhas cartas escritas, todas subjetivas tu viesses a entender que o protagonista das histórias só pode ser você. Mas se recusa brandamente em ver o que lhe digo em forma de texto bonito, feio ou sem nenhum sentido. Continuo no anonimato como o escuro ingrato que tudo esconde. No meio de um sussurro a voz se cala , e mais uma vez… o silêncio.

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