Entre Aspas

A chuva bate grossa no telhado  A noite vai passando devagar, quase parando. O sono dá lugar as angustias, desejos e sonhos. Tão previsível este pensar, este sentir, este conversar com si mesmo. É pouco, porém tão forte, tão profundo este querer dizer ,desengasgar. Ah se soubesse que minhas noites em claro são tão somente por causa dessas palavras não ditas, dessas frases engolidas. Se compreendesse este meu olhar meio de lado, que acompanha cada passo que você dá daqui pra lá e de lá pra cá, este olhar bem disfarçado de canto de olho. Se minhas cartas escritas, todas subjetivas tu viesses a entender que o protagonista das histórias só pode ser você. Mas se recusa brandamente em ver o que lhe digo em forma de texto bonito, feio ou sem nenhum sentido. Continuo no anonimato como o escuro ingrato que tudo esconde. No meio de um sussurro a voz se cala , e mais uma vez… o silêncio.

Gostou do post? Então segue o blog é só clicar #seguir aqui do lado. Sugestão de post? Manda pra mim é só entrar em contato. Até a próxima.

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