Estreia: Qualquer Gato vira-lata

Oi pessoal!

Eu não sei vocês, mas estou ficando com a leve sensação de que o cinema brasileiro anda se inspirando no cinema americano. Não que as produções brasileiras estejam perdendo a identidade, muito pelo contrario, acredito que agora estamos começando a exportar o lado bom do Brasil.

Um exemplo? Não sei se concordam, mas o filme que estreou no fim de semana, chamado “Qualquer gato vira-lata”.

A história lembra um pouco “A verdade nua e crua”, na trama, Tati (Cleo Pires) é apaixonada por Marcelo (Dudu Azevedo), mas ele só gosta é de si mesmo e das piriguetes que caem na sua lábia. Ela faz tudo por ele, o que o deixa numa posição fácil. Ele sabe que não importa o que faça, sempre terá a moça de volta, basta um estalar de dedos e um pouco de charme. No dia do aniversário dele, Tati liga uma, duas, três, quatro, mil vezes. E mil vezes só consegue conversar com a secretária eletrônica. Essa cena inicial já mostra a predileção do diretor Tomás Portella por detalhes. São vários enquadramentos só no pé da moça, outro no telefone, nos vestidos caindo na cama e daí por diante.

Depois de tomar um pé na bunda na frente do bar, Tati se descontrola, chora, fica parecendo o Alice Cooper e no momento de desespero, tentando se acalmar, conhece Conrado (Malvino Salvador), um professor de Biologia que defende a seguinte tese: as mulheres, ao irem para cima dos homens, estão acabando com anos de história evolutiva, deixando os machos perdidos. O certo, diz ele, é a mulher ficar na sua e deixar o homem tomar a iniciativa. É assim há muito tempo com os marrecos, os cavalos e os leões, por que as mulheres querem mudar isso agora?

A moça, a princípio discorda do discurso machista do professor, mas como última cartada resolve se candidatar para ser a cobaia em sua tese. Ela começa, então a ser “treinada” por ele. Não atende o telefone logo no primeiro toque, se faz de difícil, esnoba e finge que está dando a volta por cima, enquanto na verdade ainda sofre pelo coração partido. Ao ver Tati o tempo todo com o tal professor, Marcelo fica com ciúmes e começa enfim a dar valor à namorada que perdeu.

Na analise técnica do filme ouvi dizer que ele não é extremamente bom, mas venhamos e convenhamos, pelo menos já é um passo a caminho da evolução do cinema nacional.

Segue o trailler do filme:

Gostou do post? Então segue o blog é só clicar #seguir aqui do lado. Sugestão de post? Manda pra mim é só entrar em contato. Até a próxima.

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